Até mais ver: Diário de Bordo - Capítulo 2 de uns outros tantos (será?)

terça-feira, março 03, 2015

Diário de Bordo - Capítulo 2 de uns outros tantos (será?)

Respeitáveis senhoras, senhores e demais prezados... Contra toda e qualquer expectativa que eu pudesse ter em relação ao primeiro capítulo desta nova empreitada aqui no blog... nós temos 17 likes... este blog nunca foi tão popular... e levantada uma objeção em nome do paraquedas e suas 26 mil visitas, reitero o que eu acabei de escrever... eu, mr. Poneis nunca fui tão popular.... e tenho de reiterar de novo porque o post não é meu, é de uma trupe de heróis doentes de amor pela aventura... e vamos para outra linha de pensamento antes que eu consiga bater a minha pobre bola ainda mais baixo...

Prólogo - O que não é demais para o mr. Poneis?

O time de aventureiros que angariamos para esta sessão...

Algo que eu acabei omitindo do primeiro post, é o fato que com um tempo antes de sair para desbravar novas fronteiras (leia acampar), o pessoal costuma se reunir para fazer jogar pôquer discutir roteiros, recrutar aventureiros, e frustrar as tentativas de fuga do mr. Poneis de oferecer uma desculpa plausível para não ir... Aparentemente nasci sobre a estrela guardiã do signo de absorvente íntimo, meus fins de semana estão sempre livres...


Fotos bem legais, memórias mais legais ainda, me coça a cabeça o que mais tinha para se gostar no post, mas nosso destemido líder Palilo e sua esposa Pati decidiram que eles queriam uma sequência, e para o quanto antes, e que falta de matéria prima não haveria de ser desculpa para deixar de atualizar o Até mais ver (deve ser a minha paga por todo este período de negligência ...). 

Nesta reunião, decidida extraordinariamente uma semana após o final de nossa primeira empreitada, foram colhidos os seguintes frutos da reunião: Paraquedas, sagrado campeão da nossa disputa (usando as fichas e a sorte reservada para Gê sua esposa), cinco novos intrépidos aventureiros, um destino rumo a Brotas e o fato de que o protesto do mr. Poneis seria indeferido porque o primeiro post havia ficado bem legal e ele agora é o escritor oficial do Diário de Bordo (o nome deste seguimento continua em aberto)...

Aquele zero no número de comentários é a minha prova de que qualquer habilidade escrita que eu possa possuir é irrelevante, mas como eu sou voto vencido... minha participação estava selada, vejam vocês aparentemente eu sou o tipo de sujeito que chora e chora, mas sempre acaba se divertindo... em poucas palavras: um reles hipócrita. 

Pois é. Desde então foram 3 semanas, outras tentativas de fuga via Facebook, e uma baixa oficial: Por motivos de força maior (que para minha estranheza não era um jogo do Mogi Mirim), Virgulino e Evelin não mais poderiam ir... e nada do meu meteoro (estava esperando por uma estrela cadente que viesse até mim e me quebrasse a perna)...

E vocês hão de me perguntar: porque tanta insistência em fugir, já que é inevitável? E eu digo a vocês: Brotas é armado com um troço horripilante, que aqueles que são sagazes (essas nobres almas que tem adrenalina no lugar do sangue e sede pelo desconhecido no lugar dos ossos), chamam de tirolesa. Não francesa, não holandesa nem framboesa... Oh dear God, help me... Quais as chances? O presente (passado, já?) tem a resposta 

Dia 1 - Parte 1: Rumo a um baita de um Saltão

♪~ Trilha sonora de os aventureiros da arca perdida

E não mais que de repente o fatídico fim de fevereiro batia a minha porta... O ponto de encontro foi decidido como a casa do Palilo, e lá nossa nos reunimos com com pouco mais de uma hora de atraso de minha parte, dito que além de covarde, eu não sou um sujeito lá muito pontual. Três novos valentes se juntaram a nossa causa: Furbi, sua noiva Dai e o Itagiba. Distribuídas as malas e os tripulantes da missão em dois carros, seguimos nosso destino rumo ao Mirante das águas...

Descreveria aqui detalhes da viagem de ida... mas hei de deixar vocês na mão porque eu dormi nessa parte... razão porque minhas férias terminaram e eu trabalho a noite... sendo que isso não era desculpa para deixar de ir, deixei meu trabalho as trabalho 11 para ter de estar no nosso ponto de encontro as 5:30... adicione a isso, minha ansiedade pré aventura, descrita com mais detalhes no post anterior e você tem aí uma receita tiro em queda para um mr. Poneis neutralizado... Minhas lembranças: Pati dirigindo, uma pausa para o meu segundo desjejum naquele dia e uma galinha (ou pato, ou marreco) caminhando no meio deste mesmo restaurante, alguma piada sobre nosso almoço já estar garantido e que minha comanda era a de número 319...

 ... Quando voltei a mim, com um sonoro auto-esbofeteamento, notei um outdoor que nos oferecia suas boas vindas ao Mirante das Águas e vários anunciantes oferecendo panfletos promocionais de seus respectivos resorts... escolhemos a fazenda M (ainda não decidi como pesar a política de publicidade gratuita vs crítica parcial dos serviços prestados para esta seção do blog), por sua proximidade com todas as quedas que iríamos visitar. Passamos por todos os trâmites necessários a confirmação de nossa estadia (verificação das instalações, pagamentos, isenções de responsabilidade e etc etc...). Nos apropriamos de um dos quiosques e fixamos acampamento.

Levamos quatro barracas mas armamos três... Eu e minha irmã aceitamos a oferta do Itagiba de dividir uma barraca, pois segundo fomos informados uma barraca para sete pessoas costuma ser bastante solitária... Fizemos uma competição para saber quem eram os melhores armadores de barraca, a equipe Furbi-Dai com sua barraca de marca (...) veio em primeiro, a equipe Pagu (Gupa?) veio em segundo por uma pequena margem, e a equipe Itagiba veio em terceiro e último. Fatores como uma barraca maior, apenas um de dois ajudantes sendo realmente eficaz (um certo mr. Poneis só fazia tropeçar na cordinha) e ter de alterar o ponto inicial por causa da churrasqueira asseguraram nossa derrota...

Acomodadas as malas nas barracas, realizamos a devida notificação de nossos devidos responsáveis via telefone e trajados de nossa indumentária própria para aventuras, alguns de nós fomos confrontados com uma terrível notícia para aquele fim de manhã... a falta de um item essencial para o devida utilização das instalações sanitárias do acampamento... falta não era bem a palavra, uma vez que a loja local tem a disponibilidade deste item mediante o pagamento de um preço "justo"... e não toquemos mais nesse assunto, nem comentemos todas as piadas que foram ocasionadas por ele...

E isso deve incluir todos os efeitos adversos do consumo de bolinhas de chocolate hidrogenado...

Dia 1 - Parte 2: Preparados para o Saltão no 'três'...

Yaaaa... hu... hu... hu... hui...

Se tem uma parte que eu achei que ficou estranha no post anterior, foi a minha ideia bizarra de cruzar nossas aventuras irl, com aventuras de rpg... Este mecanismo existe como um meio de lidar com o fato de que eu estou mesmo, vivendo uma aventura, mas por sua vez tornam o post grego para todos os demais... Lembro de uma vez chá de despedida (chá de panela + despedida de solteiro) que o Palilo e a Pati organizaram, em que eu tinha de relatar uma memória que eu tinha do casal e eu descrevi uma seção de rpg que eu havia 'mestrado' para eles...

Retomando o foco... aparentemente minha insegurança foi tomada como um diferencial e algo que eu deveria experimentar colocar de novo... logo, para insatisfação de uns incompreensão de outros tantos e azar de mais alguns... hei de fazer uma nova tentativa... Pelo nome do Deus que age de maneiras estranhas e misteriosas, Morram, Mel, Sarah e mr. Poneis, serão os nomes que se aventurarão no vale do Saltão. Juntam-se a eles o ciclista medieval Scott P. D'Vella, o justiceiro Robert Harvey Jr. e sua companheira, a fada Dai (temp), personagem criado as pressas exclusivamente para esta sessão...O nível de dificuldade desta aventura é julgado moderado. So Let's go Babies (ou assim costuma dizer o nosso líder...)

Logo depois de deixar o nosso acampamento... estávamos perdidos... pois é... depois de bater a porta, pedir informação é uma das maiores invenções da humanidade. E assim fizemos, e para isso mesmo  havia um sábio sentado ali em uma cadeira mágica de plástico logo a sombra... Ainda me recordo de suas sábias palavras:

"... Seguindo ali depois da cerquinha branca, se você virar para a esquerda, você vê a queda do Monjolinho... se virar para a direita, depois do restaurante você terá  o Saltão, a Ferradura e o Poço do Amor..."

De posse de suas sábias palavras... decidimos verificar primeiro o Vale do Saltão...  e justamente como o sábio havia descrito, a entrada do vale jazia metros abaixo da taverna. Havia até uma placa marcando o local... após algumas imagens pictográficas que ilustravam a placa literalmente, adentramos um túnel de pedra, majestosamente construído e seguimos por seus degraus enlameados... onde pudemos apenas conjecturar como seria divertido se estivesse chovendo naquela ocasião... no fim do túnel escadas de madeira cujo um único corrimão era nossa tênue linha entre segurança e um assombroso mar de verde... 

Todos do grupo tinham apenas elogios para a visão com que haviam sido brindados, mas mr. Poneis foi estupefato pelo choque e precisou fazer um teste de força de vontade... uma falha e ele teve o ritmo de seu progresso limitado a passos lentos o resto da descida... Uma vez lá embaixo, nosso primeiro desafio: sob a vertiginosa queda residia uma besta submersa e por decisão de nosso líder Morram nossa tarefa era "nadar" até ela e subjugá-la...

... Seguimos em frente, mas até aonde nossos pés alcançavam, dado que muitos de nós não adquiriram as perícias adequadas para um confronto subaquático, a fada Dai não podia entrar na água pois se as suas asas encharcassem ela perderia mais da metade de seus poderes, e mesmo severos apelos de Robert Harvey que a água não a faria mal não adiantaram... Aproximar-se da criatura de frente era uma tarefa muito difícil pois suas baforadas de água gélida nos afastavam de volta... a última tentativa foi um ataque conjunto de Morram e Scott, mas este tão pouco surtiu o efeito planejado...

Com a aproximação de novos grupos atrás de um confronto com a besta acabamos de nos retirar... o dia era longo e ainda havia muito para se ver... a trilha adiante seguia por muitos trechos de água então sua travessia exigiria testes para deslocamento em piso escorregadio e outros trechos a capacidade de locomoção sobre três pontos fixos e um móvel, ou pelo menos assim me foi orientado... obedecendo as palavras do sábio seguimos trilha adentro, e de tempos em tempos parávamos para vislumbrar o verde que nos cercava... notamos que enquanto caminhávamos muitos eram os que retornavam pela mesma trilha...

... Logo descobrimos o motivo, a Queda da Ferradura encontrava-se seca, o monstro que devia guardar o local encontrava-se ausente e os caminhos que se desenvolviam a partir dela eram íngremes demais para prosseguir... Alguns testes de procurar, ver e ouvir e nada que nos pudesse levar adiante... Uma ligação natural entre Robert Harvey e a fada Dai oferece aos dois um bônus nos testes de percepção, mas isso só foi suficiente para encontrar uma substância espumosa prontamente averiguada como sendo "baba de sapo". Do tipo altamente venenoso... Pela quantidade de espuma, conjecturei sobre o tamanho do sapo, mas achei melhor não tocar mais no assunto...

... Aquele trecho do caminho ainda foi conversado sobre as sentidas ausências de Lister Storm, Schalla Storm, Steve Max Power e Hera Dewey... o casal Storm não pode comparecer pois Schalla tem algumas dificuldades no tocante ao combate em ambientes inóspitos, enquanto o par Steve-Hera apenas nos deixou as palavras "um compromisso inadiável surgiu" antes de confirmar sua ausência... o máximo que foi averiguado disso é que não era uma partida do Mogi- Mirim, pois senão nem mesmo Scott P. D'vella poderia ter vindo... interrompemos o assunto pois agora que deixamos a Trilha da Ferradura...

... Um teste de percepção nos ensinou que paralela a saída, se seguíssemos por dentro do raso do córrego poderíamos desbravar ainda uma última trilha... que segundo o sábio levava a uma localidade chamada 'Poço do Amor'... por falta de coisa melhor decidimos por investigar este caminho mesmo assim...

Esta foi a parte mais desafiadora pois testou minhas habilidades recém adquiridas ao máximo... dado que o caminho era liso, liso, mais liso pra caramba e depender da mata ciliar como uma alternativa de apoio nem sempre era uma opção válida visto que em duas ocasiões diferentes tive de lidar com armadilha: uma contendo formigas carnívoras e outra com uma planta com espinhos que se não eram venenosas ao menos doíam para caramba...

... Um segundo grupo nos acompanhou por parte da trilha, mas apenas nos cumprimentou antes de seguir adiante... Mais alguns trechos de caminhada, pedras escorregadias, trechos com água até os joelhos e trechos enlameados e pausas para registros pictográficos de nossa jornada, alcançamos o nosso destino... onde o grupo que passou a nossa frente, já estava se banhando no tal poço e discutindo como haviam passado o carnaval...

Enquanto esperávamos que eles saíssem, aprendi a história por trás do nome do poço: Conta-se que certa vez um casal de aventureiros que visitava o local ficou preso devido a um deslizamento e morreu ali por falta de qualquer auxílio... ou pelo menos foi isso que a Dai obteve em um teste de conhecimentos locais... Meu questionamento é que nome teriam dado ao tal poço se eu tivesse perecido ali...

Paramos pouco antes deles para consumir frutas secas e recuperar nossas energias, Mel que tem algumas contra indicações sobre o consumo destas frutas decidiu investigar mais um pouco quando foi pega em uma armadilha, escorregou e caiu sobre a sua... bom ela falhou num teste de equilíbrio e caiu... eu mesmo não tenho como descrever mais do assunto porque estava ocupado com as frutas secas...

Na hora do cansaço toda pedra é um banquinho...
Deixamos o poço logo depois do outro grupo de aventureiros e fizemos a trilha de retorno, fiquei para trás porque não recuperei minhas energias o suficiente utilizando as frutas secas com eficiência... Ignorante dos assuntos do grupo na volta apenas arrumei um lugar isolado para aliviar a água de meus joelhos e galgar as escadarias do Vale do Saltão. Já foi devagar para descer, imagina para subir... dado que todas as minha forças me traíam mr. Poneis era uma vista lamentável... com toda razão nosso grupo se permitiu seguir adiante, mas eles me deixaram um valoroso ensinamento:

O princípio de respirar fundo, reside não apenas em encher os pulmões, mas também a barriga... Ciente desta nova técnica, ainda assim minhas pernas ainda falhavam em responder, então Sarah minha irmã me aconselhou a primeiro dar caminho ao conjunto de pai e filho que desciam os lances de escada, já que eu só ia atrapalhar se morresse no meio da escada...

... Passaram então, pai, filho, e mais uma dezena de pessoas, inclusive um par muito bem humorado que me questionou se eu me interessava por uma escada rolante... Já que humilhação pouca é bobagem, questionei a eles se eles sabiam onde eu poderia ativá-la... Eles riram e me deixaram para trás...

Me aproximando da entrada do vale, ouvi o chamado de meus camaradas que perguntavam se eu ainda estava vivo... os alcancei e então retornamos ao acampamento... Acho que vou encerrar a parte de RPG aqui, porque tantos nomes hão de tornar este longo post mais confuso do que o necessário...

Dia 1 Parte 3 - O monjolinho moe devagar, mas bem devagarinho...

Técnicas fajutas de meditação...
De volta ao acampamento me atirei na grama próximo as barracas, pois dormir parecia a única forma de recuperar alguma energia... Me censuraram pela minha preguiça e me explicaram que seria mais proveitoso se eu o fizesse a sombra de uma árvore e assim o fiz... Não pude dormir muito, fui orientado a comer um pouco porque as nossas investigações do perímetro ainda não haviam sido terminadas por hoje... Independente daquele conto de que fome é o melhor condimento, pães com frios e maçãs nunca foram tão saborosos...

Para a surpresa de todos, o camping onde nos encontrávamos era cercado por uma diversidade imensa de vida animal, pássaros de diversas, cores, formas e tamanhos... Entre eles, um bastante curioso que Furbi apresentou como Maria-sem-vegonha, uma passarinho de penas escuras e curiosos hábitos alimentares: Independente de todas as migalhas, frutas e insetos espalhados por toda área do acampamento ela só se alimenta de uma coisa: a atenção que ela chora para obter dos pardais que ela segue para todo canto... e eu descreveria mais, mas como não vai ser muito diferente do que a internet tem a dizer sobre outras aves como o chupim e o cuco, vou ficando por aqui...

... Então bem alimentados, seguimos para a outra trilha ofertada pelo sábio, a Cascata do Monjolinho. Era uma trilha plana, simples e curta, as únicas orientações era de que cavalos poderiam ser alugados para percorrer a trilha e era proibido fazer churrasco com eles, eram proibidos churrascos em geral naquela região... Acredito que ninguém tinha as devidas habilitações em montaria, isso somado a piedade que as garotas tiveram pelos pobres animais nos convenceu a fazer o percurso a pé...

Assim que passamos a escada de maneira com degraus soltos, fomos brindados com a bela visão que era a Cascata do Monjolinho. O que a Queda do Saltão tinha de alta, esta tem de larga... Suas águas estavam um tanto quanto baixas devido a recente estiagem nós tínhamos acesso também a uma "praia" feita de argila, onde algumas crianças podiam erguer castelos... Mais para a direita dos que chegam havia um quiosque que acredito existe para a venda esporádica de beveragens  alcoólicas, mas que para aquela ocasião encontrava-se fechada...

No mais o de sempre, viemos, vimos e conquistamos o local... o Furbi realizou a proeza de carregar sua noiva Dai até a água por um breve período de tempo e os demais jogamos algo similar a um pique-esconde subaquático... só para eu ter a proeza de quase me afogar mais uma vez... um dia eu acerto... Até porque se você perguntar para o Palilo sobre o assunto eu fui capaz de nadar por meio metro... porque ainda não era o bastante fomos para a piscina do acampamento jogar Zum zum pa.

Convencido de que a ideia de sair de uma reserva natural de água, para uma artificial, não era redundante e sim fazer o melhor uso possível de tudo o que o acampamento tem a oferecer... cá estávamos na piscina. Vendo que os métodos do Palilo eram avançados demais para ensinar alguém lento como eu a nadar, Itagiba que entende de como ensinar crianças me ofereceu uma mudança de paradigma para o meu treinamento, dado que aparentemente a resistência que eu venho apresentando tem uma única explicação: medo de colocar a cabeça embaixo da água...

A mamãe pardal e o seu filhote já pré adolescente... What?
... Meu treinamento para o resto de tempo que permanecemos na piscina oi algo chamado de técnica na moto: prender a respiração afundar a cabeça na piscina e liberar o ar aos poucos... repetir 100 vezes, consegui por volta de umas 50... Os demais jogaram Zum zum pa, um jogo de roda desenvolvido para testar as capacidades de reposta do cérebro no seu limite ao responder a dois comandos: Zum que te comanda a passar o comando Zum para a próxima fessoa na roda e Pa que devolve o comando Zum ao seu interlocutor... fica impossível de jogar com três pessoas ou menos...

... O campeonato ia bem, quando nuvens escuras e ventos fortes se aproximaram do acampamento, hora de retornar a base e reforçar nossas defesas... eu queria ter feito a piada do "Brace yourselves, the rain is coming!", mas falhei em todas as oportunidades possíveis porque assegurar a segurança das barracas era prioridade máxima... As nuvens se aproximavam e estavam tão baixas que um poderia tocá-las se fosse alto o bastante... pelo menos essa é a impressão geral...

A chuva tomava o seu tempo e se aproximava bem devagar, parecia um gigantesco monstro de névoa engolindo a floresta de eucaliptos... Encobrimos inclusive a lateral do quiosque por onde os ventos se aproximavam, para manter o máximo de precaução... O resultado disso, belíssimas imagens da chuva passando a 500 metros do acampamento sem que uma gota (certo talvez uma colher de sopa) nos atingisse... o jantar seria um churrasco então tratamos de ocupar...

Dia 1 - Parte 4 - A noite um *** bate a sua janela...

As garotas foram para o banho e os demais se ocuparam de ascender a churrasqueira e cortar e preparar a carne, o mr. Poneis ficava olhando porque, não tem muita noção de como ser útil numa hora dessas... Até tentei cortar a carne, mas meu instinto assassino não era sagaz o bastante, estava apenas fazendo a carne sofrer... As garotas retornaram, os rapazes foram para o banho... o mr. Poneis nem humano é mais, foi também...

... Os banhos eram diferentes do acampamento anterior, não davam choque... escaldavam as costas dos desavisados que não ligavam a torneira de água fria ao mesmo tempo que a de água quente, talvez seja necessário todo um know how para operar aquilo, mas a água fria estava boa de qualquer jeito... não que eu seja mau perdedor...

Retornados dos banhos, vi que boa parte do churrasco já estava servido, então fui me servir... para então ser notificado da minha falta de modos, por iniciar minha comilança antes que todos estivessem presentes a mesa, mas aí o mal já estava feito e felizmente todos ainda puderam comer até se fartar... eu acho... Então que a chuva nos poupou, mas ainda deixou uma lembrança um clima frio, frio mas frio pra caramba... então nossos planos se resumiriam a conferir os jogos de mesa do resort e então dormir...

... Planos estes que foram invalidados pela política de cobrança de fichas pelo acampamento, não tínhamos pebolim, não tínhamos sinuca e não tínhamos pingue pongue... qual a nossa solução para passar o frio? Todo o salão era protegido pelo vento, gratuito e o mais importante: só nosso... Bora jogar Pique esconde duro e mole... para ilustração é que nem aquele jogo de enfeitiçado que todos conhecem do saudosíssimo Chaves do 8... os que são tocados pelo pegador são enfeitiçados ficam duros, sem sair do lugar e os moles tem que fugir e usar qualquer oportunidade para desencantar seus companheiros... Aquele que ficar duro três vezes vira o novo pegador...

Divertido até o sujeito mais café com leite (leia-se lerdo) do acampamento virar o novo pegador... Dado o fato que todos já não tinham mais quinze anos, ficou estabelecido que jogaríamos outra coisa... Graças ao advento dos aplicativos portáteis, Furbi tinha em seu celular um jogo de mimica portátil... quanto aos times o clássico meninas contra meninos...

Destaques do evento foram imitações impares do Palilo de "água mole em pedra dura", "poodle" e "pavão"... minha irmã também conseguiu uma imitação bem convincente de uma ostra... e a Dai terminou a cerimônia com sua imitações de Harry Potter e Pacote de Biscoitos"... uma menção honrosa para o mr. Poneis que errou muito ao tentar imitar "África" fazendo uma cena de "O Rei Leão"... foi uma disputa acirrada com vitória técnica das garotas (averiguações indicam que o Furbi deu um ponto a mais para elas na contagem final por A Era do Gelo... (?))

Reanimados por toda a nossa atividade, alguns de nós adquiriram o desejo por sorvete então fomos a taverna local para aquisição de nossos refrescos ... quando a lanterna que tínhamos pendurado no quiosque atentou uma vez mais contra a testa do Palilo... foram atentados consecutivos ao longo da noite... Chegando ao bar, nos surpreendeu o fato de ainda serem antes das nove naquele sábdo dado a quantidade de atividades que nos pusemos a empreender até então...

Tomado pelo sono (é chato ficar velho... ), ainda tive a oportunidade de observar meus companheiros fazendo planos para futuras aventuras em território brotense enquanto consumiam seus sorvetes e um bom  vinho local... prontos para dormir, fizemos nossa higiene bucal e retornamos para as barracas, quando as garotas que retornaram primeiro, desapareceram... o que fazer nesta situação? Entrar na barraca do Itagiba e nos preparar para dar um susto nelas quando elas retornassem... Plano esse que foi premeditado primeiro pelas garotas... e deu certo, dito que o Palilo foi mesmo pego de surpresa, mesmo sentando ao lado de sua esposa... boas memórias...

Como estavamos reunidos, a Pati decidiu oferecre uma caixa de chocolates, para o qual foi polidamente recusada por seu marido, dado que já havíamos escovado os dentes. Fechamos um evento com uma rodada de contos de terror onde pudemos confrontar o ceticismo de com a herança mediúnica que ambas Pati e Dai herdaram de seus ancestrais... este e o bom Takeshi-kun (localizado para José) que escapou de uma boa, porque os Etes que o sequestraram perderam as chaves de sua nave espacial...

... Prosseguimos com um debate, sobre como os contos baseados em fatos reais são os mais intrigantes e interessantes de se escutar, o que deu sequência a narrativa da Pati sobre o caso mais tenebroso que a Pati já presenciara até então... comigo prestes a dormir perto do final... todos os que aceitaram os chocolates da Pati voltaram a repetir o seu dentifrício e aí sim fomos todos dormir, isto é os que conseguiram... bwa hahaha (acho que conto de terror não se fecha assim...)

Dia 2 - Parte 1: A técnica secreta do punho de ferro do gato 

Deja vu?
Acordei para um novo dia ao som de um "rock'n'roll hei hei" cantado por um outro campista aleatório. Meu sono até que foi tranquilo visto que a lei do silêncio depois das 23h foi respeitada... Uma contagem rápida averiguou que todos estavam presentes... mas nem todos estavam satisfeitos, o vento frio perturbou o sono das garotas e se questionadas hoje esta deve ter sido a única parte ruim do acampamento... Ah e meu colchão estava misteriosamente murcho (se perguntar para minha irmã é porque eu me recusei a enchê-lo de noite...). E no ínterim disso tive uma oportunidade de mencionar Azumanga Daioh...

Resolvido isso, partimos para o café da manhã mais caro que eu já provei... delicioso, mais caro... um misto quente bem recheado mas realmente caro... Minha conjectura é que eles precisam manter a Queda do Saltão abastecida de algum jeito... Acredito que os demais tiveram um desjejum mais equilibrado lidando habilmente com os malabarismos permitidos com o kit de café da manhã a venda... isso fora dificuldades técnicas que nos foram apresentadas devido a "falta de pessoal" para atender ao café. O duplo sentido era que ou não havia clientela suficiente para mobilizar o serviço especial ou não tinham pessoas o suficiente na cozinha... afinal era domingo de manhã...

O assunto a mesa... mais planos para futuras viagens vs experiências prévias de viagens anteriores... Portugal, Itália, França, Japão... esse pessoal anda, anda, mais anda pra caramba... E o próximo destino acabou sendo uma sugestão do Itagiba a prática de espeleologia... vixi... medo de escuro e medo de altura, casaram dois dos meus grandes medos... tirei uma bolada na loteca dessa vez...

O meu horóscopo do pacotinho de açúcar mais uma vez resolveu tirar uma com a minha cara... Meu resultado: "Viva intensamente", "Descubra novas fronteiras" e "Abrace mais"... Ora pipocas, fui e comi o pacotinho sem café mesmo... Fui censurado pela minha prática perigosa (!!!), mas o Palilo remediou minha situação me oferecendo um pacotinho de sal, prática pela qual lhe foi chamada atenção porque o resultado não seria nenhum soro caseiro...

Acertada a nossa conta, fomos até os discípulos do sábio da cadeira de plástico, (o pessoal da portaria) para averiguar por outras aventuras para aquela manhã... mas mediante a menção de que o Sítio Palmeiras nos arredores próximos ficava a dois quilômetros de distância, de repente observar a queda do Saltão pelo alto era mais interessante... No caminho Furbi deu uma pequena demonstração de suas habilidades de mexer com a percepção do tempo das pessoas, mentindo sobre as horas sempre que perguntado...

...

... Então no Saltão um aviso aos seus admiradores: Respeite a vida (não pule), cientes do conselho, paramos para fotografar a beleza da obra de Deus que com uma só mãozada escavou aquilo tudo... no fundo do vale, um banhista curtindo seu banho de sol... Mas se você perguntar para qualquer outra pessoa ele não respeitou a plaquinha e por isso estava estatelado no chão, mesmo que ele estivesse mexendo o seu braço... Também do nosso ponto de vista privilegiado também pudemos notar que existia um acesso para a parte de trás da cascata... ponto turístico que não visitamos apenas porque vários lances de escada e a fadiga nos impediram... planos para aquela tarde, mais piscina, um escorrega de sabão, churrasco e a busca pela tão almejada tirolesa... meu fígado...

Na piscina, revisitei meu treinamento para me livrar do meu medo de água, enquanto os demais podiam experimentar as maravilhas de descer pelo tobogã... Furbi fez um ensaio fotográfico dos demais praticando mergulhos... Meu treinamento obteve um desenvolvimento muito aquém o esperado, então o Palilo resolveu tomar uma providência... pro meu desespero e aparente espanto dos demais frequentadores... o que dizer, foi um baita de vexame da minha parte... Compadecidos da minha situação, Itagiba e Dai me ofereceram algumas explicações para que eu aprendesse a boiar por conta própria... agora eu consigo colocar meu umbigo para fora d'água...

O almoço foi baseado no round 2 contra o churrasco da noite anterior... Carne, salada e pães de ragu preparados com variáveis níveis de sucesso (maionese era um ingrediente essencial)... minha inutilidade desta vez foi sugerir usar salgadinhos de milho para acender a churrasqueira quando não tínhamos nenhum e demonstrar uma técnica de manga para o preparo de cebolas... A técnica da pata de gatinho... Aparentemente isso invocou uma similaridade com um argentino chamado Jaime que a vida ensinou o gosto por cozinhar e deixou em aberto a sugestão que eu deveria também aprender a cozinhar para nossa próxima reunião...

De algum jeito o escorrega de sabão acabou sendo espremido para fora de nosso cronograma...

Dia 2 - Parte 2: Mr. Poneis e a pobre menina tirolesa.

O resto da tarde ficou reservado para asseio pessoal e levante do acampamento... novidades foi a adição de um pequeno camundongo aos nossos visitantes alados, uma professora oferecendo "uns pão e uma mortandela" que foram de bom grado aceitos pelo sábio da cadeira de plástico, e o Palilo desafiando o mortal rally do Mirante das Águas... Nossa próxima parada: o rancho da Tirolesa...

E foi uma vida boa... quer dizer, tive bons pais, uma boa família, conheci os melhores amigos aos quais um homem poderia ser apresentado... não fui o melhor dos filhos (ou irmão, ou amigo, já que estamos tratando disso), e também em tantos anos de vida nunca conheci uma namorada... comi bastante, li bastante, aprendi um monte de outras coisas e de fato meu único arrependimento na vida foi nunca ter aprendido a desenhar... Deus sempre foi bom para mim mais do que eu mereço...

Um, pelo dinheiro...

E aqui estávamos... um belo mirante, montes de verde a perder de vista e os cabos de aço, meus algozes ali ao doce sabor do vento... junto ao mirante um restaurante que oferecia seus serviços para todos aqueles amantes da aventura... pouco adiante do restaurante os instrutores, não sei como descrevê-los porque, bom evitei de me aproximar... todos os demais participaram das negociações menos eu... lastimável de minha parte eu sei...

Dois pelo Show...

Arrumei um banquinho de madeira desses fixados ao chão e segurei nele o mais forte que pude, fosse como for, até o fim, os 99% que eram o meu medo tinham de manter o 1% que era a minha curiosidade sob controle... eu não ia me estrepar por causa de um capricho... eu não estava ouvindo, eu não estava ouvindo... minhas orações eram para que o tempo virasse e o passeio de tirolesa ficasse por isso mesmo... e então o Palilo bateu nas minhas costas:

3 paratomar coragem...
 "Levanta Poneis, suas orações valeram dessa vez! Não é só você que não vai descer na tirolesa... "

E no quatro eu vou...

E não é que valeram mesmo? Pessoas abaixo de 40kg e acima de 100kg não eram habilitadas a viajar naquela tirolesa... Ora mais que dia mais jubiloso aquele se tornou... eu ainda tive que subir um lance com 23 degraus de madeira para ver O Itagiba , a Pati e a minha irmã, viverem o desafio... mas antes eles do que eu... Você podia vê-los diminuindo com a distância ind e voltando pelos 500m de extensão daqueles cabos de aço... 

Na volta para o restaurante, a percepção que eu esqueci de gravar a descida de minha irmã no celular e o súbito interesse do Palilo na prática do Glider que são você e um mísero pedaço de pano lançados para aproveitar as correntes de ar quente que permeavam a região, além de por seu coração para fora da boca ainda custam $200...Valha-me Deus e Nossa Senhora... Kami-sama, Hotoke-sama, Oshaka-sama, Jesus-sama...

"É Poneis seu santo é forte, mas tão forte que não deixou mas nem o Palilo ir"

E espero que ele não ponha isso na minha conta... Consumimos algumas das iguarias locais com preços mineiros e gostinho goiano. A piada é que a iguaria local atende pelo nome de Mané Pelado... Servido com goiabada em um vidro de ketchup é um doce bastante popular naquelas bandas.

Pati: "Mas isso é um bolo de aipim com coco"

Furbi: "Mas ai você tirou toda a mágica do negócio"

Dado que as lendas é que o inventor goiano do doce era um senhor que costumava viver no interior de Goiás e costumava praticar a colheita do seu premiado aipim, assim como veio ao mundo, e que esse assunto morra por aqui.

Mr. Poneis não tem noção de onde fica o meio?

Em algum momento da conversa, um pouco de trívia: Apenas eu não sabia que a cidade de São Pedro e a cidade de Águas de São Pedro constituem duas cidades diferentes... eu ignorava que Lindóia e Águas de Lindóia fossem duas cidades diferentes. Furbi me explicou que isto se deve ao fato de São Pedro e São Lindóia terem feito chover tanto em suas respectivas cidades que tiveram de fazer uma cidade a parte cada, apenas para armazenar as águas... Palilo o corrigiu e me explicou que todas as quatro cidades são distritos emancipados de Amparo... Aprendi mais uma  hoje!

Uma última nota é a prova fotográfica de que bicicletas de madeira existem, sem mísseis, sem eixos e nem correntes, mas sim elas existem... e agora o Itagiba tem com ele as as devidas provas fotográficas!

Epílogo - 50 minutos mais longos da vida do mr. Poneis

Eu tinha uma versão dessa em que as meninas estavam canalizando um laser... assim da mão da Dai

Com o intuito de evitar paisagens repetitivas, nosso líder decidiu por voltarmos a Mogi Mirim pelo caminho longo... desta vez nos faltariam a oportunidade de adquirir souvenirs de nossa viagem porque bem, nem todas as cidades costumam vendê-los em uma tarde de domingo... Uma parada interessante no entanto foi o deck das maritacas a beira de outro vale gigantesco logo na saída da cidade de São Pedro... 

... O que seria apenas uma parada para admirar outro pedaço de verde escavado por Deus no meio do nada, terminou em uma senhora sessão de fotos... heróis de tokusatsu, meninas superpoderosas, balé, a linha evolucionária mais controversa já imaginada por alguém, polvos, sombras, ... tivemos de tudo um pouco...  paramos apenas porque o mirante começou a lotar com todo tipo de visitante também interessado em bater selfies...

Era para ser um esquadrão Tokusatsu, mas parecemos mais uma boyband... e uma que nem vendeu tanto...

... De volta a estrada, o próximo ponto de interesse, foi a alma mater do Palilo, o campus de Limeira da Unicamp... e pela cidade anúncios da Festa do Milho de Tanquinho agora em março... e então quando nos aproximávamos de nossa última hora de viagem, aconteceu... minha bexiga se revoltou e declarou um motim... latas de água tônica e soda de citrus instigavam a coisa toda... foi uma luta árdua, nenhum posto de combustível pelo caminho e o matinho não era uma opção pois os olhos da concessionário que opera quele trecho da estrada estavam por todos os cantos... 

Atenção para o cotovelo intrometido
Da esquerda para direita: Furbi, Palilo, Pati, Itagiba, mr. Poneis. Sayuri nee-san e Dai (eu acho).

Pouco antes de chegarmos a casa do Palilo, mais algumas conversas sobre como talvez a próxima viagem pudesse ser uma exposição sobre outra pérola da literatura brasileira, que acredito atende pelo nome de Hilda Hilst... talvez seja bom passar meu aniversário de maneira traquila para variar... Enfim, graças as habilidades do Palilo ao volante chegamos sãos e salvos e eu pude evitar o pior...


Omake...

Aproveitamos para acertar as contas na balança e descobrir que a viagem toda custou para cada um de nós cerca $98... para quem entende de se divertir saiu bem em conta, foi o consenso geral... separamos as malas, nos despedimos e retornamos para casa, aliviados de qualquer stress acumulado ao longo do mês... já é março e o ano de 2015 esta passando mais rápido do que eu consigo escrever parangaricutirimirruaro, seja lá o que isso queira dizer...

Acho que isso é tudo o que eu posso me lembrar e o quão rápido eu sou capaz de escrever, meu obrigado a todos e nos vemos em um improvável capítulo 3, sobreviver esta cada vez mais difícil...

Até mais ver
mr. Poneis

Ps.: Acho que trapacecei nas legendas mas eis ai o post entregue...

Ps2.: Outras fotos para ilustrar os espaços em branco, dentro em breve...Grato que somos aquém do tempo de ter de mandar as fotos para revelar...

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1 Verdade

Priscila Sayuri Mitome disse... [responder]

Muito bom... Nenhum detalhe dessa aventura foi esquecida(eu acho)... Fazer parte desta aventura é divertido... E ler este diário de bordo também...
E só pra constar o nome da autora é "Hilda Hilst"
Achei sua trajetória interessante, conheci um pouco sobre ela (em conversas com amigos virtuais) e pra quem gosta está rolando em São Paulo pelo #ItauCultural a Ocupação Hilda Hilst (Divulgando) Quem sabe eu consigo ir!